Economia e Sociedade
A superutilização dos recursos naturais da região do Corredor Central da Mata Atlântica é histórica e evidente. O processo de exploração tem se arrastado de forma descontrolada pelos últimos 500 anos. Não só a biodiversidade foi reduzida, há fortes indícios da degradação da cultura humana também, comprovando que, no longo prazo, a redução da biodiversidade causa pobreza.
Nos anos 80, a crise do cacau e da cultura de cabruca no sul da Bahia, por exemplo, intensificou a degradação das florestas e gerou novos usos da terra, como pastagens extensivas e as monoculturas de eucalipto e cana-de-açúcar. Atividades com alto risco de degradação ambiental estão hoje presentes no Corredor: exploração intensa da pesca e da maricultura; contínua extração de madeira nos fragmentos remanescentes; exploração mineral, petrolífera e de gás; uso indiscriminado de agrotóxicos.
Nesta seção você vai encontrar os últimos diagnósticos socioeconômicos realizados no Corredor Central da Mata Atlântica, assim como alternativas de negócios que integram desenvolvimento humano e conservação.


