Instituições e Políticas

Estima-se que hoje pelo menos 60 instituições trabalhem pela conservação da Mata Atlântica do Corredor Central. Mas a adesão das instituições ambientalistas ao conceito de corredores de biodiversidade ainda é baixa.

O governo federal, com o Projeto Corredores Ecológicos (PPG7), tem feito esforços para implementar ações de conservação em uma paisagem planejada, utilizando o conceito de mosaico de usos da terra. Organizações não-governamentais, a exemplo da Conservação Internacional e da Fundação SOS Mata Atlântica, também têm trabalhado para fazer dos corredores uma realidade.

De maneira geral, ainda temos muito que avançar para articular os órgãos governamentais de meio ambiente, as instituições de pesquisa e ensino e a sociedade civil organizada para que seus programas sejam realmente coerentes e efetivos.

O Brasil está em plena fase de fortalecimento de suas instituições ambientalistas. Ainda há pouca capacidade local; pouca atuação das ONGs nos conselhos de meio ambiente; dificuldades na implementação da legislação; baixa sensibilidade de governos e empresas locais às questões ambientais; e pouca pesquisa em biodiversidade e conservação realizada pelas universidades.

Esta seção visa incentivar a participação da comunidade ambientalista nas decisões ambientais, reunindo em um só lugar informações sobre as instituições atuantes no Corredor Central, as leis e os programas de governo em vigor e as redes de articulação.

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